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sexta-feira, 31 de julho de 2015
"Lágrimas perdidas"
Quem nunca se sentou a ver um bom filme, e depois a determinada altura, lá surge aquela matreira de tons cristalinos??
Quem de entre nós, nunca após ou mesmo durante certa música deixou soltar aquele "sniff" que se espera que ninguém tenha ouvido??
Quem é que não disfarçou aquele pequeno choro com o famoso "entrou-me algo para o olho" ou "não devia ter mexido nas cebolas"...
Todos nós já o fizemos. Eu faço-o. Talvez até mais vezes do que devia, mas que mal tem??
Não vejo porque razão havemos de o omitir. Porque razão havemos de tentar esconder o que nos vai na alma?? Se rimos, se choramos, se o fazemos ao mesmo tempo
, nada disso importa a quem se encontra no outro lado da barricada.
Um homem que esconde as lágrimas que derrama, é um homem que não o quer reconhecer, e portanto, é um homem que não merece que se chame de forte ou insensível, mas quem se tenha pena, pois é alguém que ainda não sabe o porque de assim se encontrar, alguém que ainda não soube valorizar o que ganhou ou perdeu.
Já chorei de alegria, já chorei por tristeza, já chorei por saudade, e até sem saber porquê, reconheço-o. E fará de mim menos homem?? Certamente que não. O que o faz é a forma como Encaro a situação e a enfrento.
Recordo-me de enquanto militar, e em género de piada, juntamente com meus camaradas, termos comentado a forma quase romântica de que o nosso furriel descreveu o momento do Juramento de Bandeira e o cantar o Hino Nacional, e da forma como chorou ao cantá-lo.
Semanas depois, em meu Juramento de Bandeira, eu próprio chorei ao cantar o Hino, enquanto pelo canto do olho observava que também o meu furriel o fazia. Nesse momento passei a compreender as suas palavras apaixonadas e a respeitá-lo ainda mais.
Foi apenas um exemplo entre muitos, mas cada história tem o seu narrador, e é a forma como esta é contada que nos leva ao sentimento que o autor quis mostrar ou ao simples passar de um cortejo.
As lágrimas perdidas são recordações, que ao menor "click" ali estarão para nos por à prova.
Não tenham medo de mostrar as lágrimas, pois elas são o sangue da alma, e vão-nos renovando a cada instante...
Quem de entre nós, nunca após ou mesmo durante certa música deixou soltar aquele "sniff" que se espera que ninguém tenha ouvido??
Quem é que não disfarçou aquele pequeno choro com o famoso "entrou-me algo para o olho" ou "não devia ter mexido nas cebolas"...
Todos nós já o fizemos. Eu faço-o. Talvez até mais vezes do que devia, mas que mal tem??
Não vejo porque razão havemos de o omitir. Porque razão havemos de tentar esconder o que nos vai na alma?? Se rimos, se choramos, se o fazemos ao mesmo tempo
, nada disso importa a quem se encontra no outro lado da barricada.
Um homem que esconde as lágrimas que derrama, é um homem que não o quer reconhecer, e portanto, é um homem que não merece que se chame de forte ou insensível, mas quem se tenha pena, pois é alguém que ainda não sabe o porque de assim se encontrar, alguém que ainda não soube valorizar o que ganhou ou perdeu.
Já chorei de alegria, já chorei por tristeza, já chorei por saudade, e até sem saber porquê, reconheço-o. E fará de mim menos homem?? Certamente que não. O que o faz é a forma como Encaro a situação e a enfrento.
Recordo-me de enquanto militar, e em género de piada, juntamente com meus camaradas, termos comentado a forma quase romântica de que o nosso furriel descreveu o momento do Juramento de Bandeira e o cantar o Hino Nacional, e da forma como chorou ao cantá-lo.
Semanas depois, em meu Juramento de Bandeira, eu próprio chorei ao cantar o Hino, enquanto pelo canto do olho observava que também o meu furriel o fazia. Nesse momento passei a compreender as suas palavras apaixonadas e a respeitá-lo ainda mais.
Foi apenas um exemplo entre muitos, mas cada história tem o seu narrador, e é a forma como esta é contada que nos leva ao sentimento que o autor quis mostrar ou ao simples passar de um cortejo.
As lágrimas perdidas são recordações, que ao menor "click" ali estarão para nos por à prova.
Não tenham medo de mostrar as lágrimas, pois elas são o sangue da alma, e vão-nos renovando a cada instante...
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