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sexta-feira, 31 de julho de 2015
"Em viagem"
Faço agora o caminho que muitas vezes que fiz.
Faço agora o caminho, com o mesmo destino de sempre, mas com um sentido de dever.
Um sentido de dever para comigo, para contigo, para connosco.
Hoje o sentimento é um pouco mais angustiante, pois ao invés de todas as outras vezes, em que a cada quilómetro ultrapassado aliviava o peso no coração, desta vez ocorre o oposto. A cada quilómetro que me vou aproximando, a angústia vai aumentando, assim como o aperto no coração.
Pode ser sofrer por antecipação.
Posso estar a fazer filmes.
Enfim, há um sem fim de possibilidades, um mar delas, mas que me tentam afogar na incerteza do momento.
Tento imaginar todos os cenários possíveis, mas não sei bem até que ponto os suportarei, pois grande parte deles irá matar-me aos poucos cá dentro, como o fino e suave dos punhais, que a cada golpe me vai fazendo sangrar.
Sinto-me como o soldado que vai para a batalha sabendo que ali pode perder a vida, mas que é algo que tem que fazer. Esta é uma batalha que terei que travar. Uma batalha em que tudo posso ganhar e tudo posso perder. Mas ao invés de outras batalhas, nesta ou perdem os dois, ou ganham os dois.
Foram duas semanas de tormenta, e mais que ninguém, posso confirmar o quão dificil que foi chegar aqui, mas não se pode baixar a cabeça e tem que se lutar.
Luto pelo que sinto e acredito, e até ao último suspiro irei encarar esta batalha, não como a última, mas como a batalha que me levou ao destino.
Estou aqui ainda sem dormir, não que não quisesse, mas porque simplesmente não conseguia. A ansiedade assim o mandou.
Estou agora cada vez mais próximo, e assim como o detector de metais, também o coração vai acelerando o seu ritmo à medida que nos vamos aproximando.
Que esta tormenta termine o quanto antes.
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