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terça-feira, 25 de agosto de 2015
"A ilha"
O tempo passa, mas no entanto, parece apenas um mero pormenor que aqui surge como um tópico. Não o é.
O tempo tende em complicar ainda mais as coisas, fazer com que olhe para trás e tudo o mais que me resta são as recordações. Recordações essas que deveriam ser apenas uma introdução, mas que na verdade são o motivo da saudade.
Sabes bem o quanto que me fazes falta, e não falo apenas nos beijos, nos abraços, no sexo, ou nos olhares penetrantes, mas também a falta de falar contigo, mesmo que sem motivo, e apenas porque sim. Falar de coisas sérias e também das parvas, não ligando no entanto para o que os outros possam dizer ou pensar. Que se lixem!!!
As opiniões alheias são isso mesmo, opiniões de quem muitas vezes nada tem que ver com os assuntos, mas que por inveja, ou simplesmente porque sim, se vêm infiltrar com o objectivo de vir a saber um pouco mais ou ter um papel mais activo. Gente que a nós não faz falta, mas que mesmo assim tentam semear a discórdia.
O tempo que tem passado tem sido martirizante, muito difícil de suportar e a cada dia que passa, ainda mais difícil, mas estas dificuldades servem também para ainda te valorizar mais. Servem para que fique ainda mais forte, por mim, por ti, por nós.
Dizem-me que desista, que siga em frente, enfim que te deixe em segundo plano, mas não é assim que funciono, luto por quem amo até não ter forças, e se te disserem que desisti, aí sim poderás chorar, pois estarei a lutar por ti, não aqui, de forma terrena, mas lá em cima, entre as estrelas, a cuidar para que sejas feliz.
Às vezes temos que olhar para nós próprios para que outros também o possam fazer, e assim como disse Saramago, para que possas ver a ilha, terás que sair da ilha.
E é isso que sou, uma ilha que saiu de si própria, para que pudesse saber como era e o que poderia fazer para que tudo corresse bem, não apenas com a leitura de outros, mas também com a sua própria leitura e julgamento.
Hoje sei que tipo de ilha sou e que tipo de ilha quero ser. Sei quais as minhas limitações e até onde posso chegar.
Sou a ilha que te irá acolher, proteger e alimentar, e embora existam sempre limitações, o objectivo será sempre ultrapassá-las, aprendendo com elas, evitar que voltem a acontecer e estando sempre preparados para o que mais possa acontecer.
Para te dar abrigo enfrentarei cada tempestade, mesmo que enviada por todos os Deuses.
Fui a ilha deserta que vieste povoar, e que agora, e vendo-me do alto mar, me tornaste numa ilha confiante de si mesma e que por ti enfrenta o maior dos oceanos, o mais terrível dos monstros marinhos e que à luz da Lua e da estrelas te dedica a cada dia que passa a mais bela das baladas... És de menos...
O tempo tende em complicar ainda mais as coisas, fazer com que olhe para trás e tudo o mais que me resta são as recordações. Recordações essas que deveriam ser apenas uma introdução, mas que na verdade são o motivo da saudade.
Sabes bem o quanto que me fazes falta, e não falo apenas nos beijos, nos abraços, no sexo, ou nos olhares penetrantes, mas também a falta de falar contigo, mesmo que sem motivo, e apenas porque sim. Falar de coisas sérias e também das parvas, não ligando no entanto para o que os outros possam dizer ou pensar. Que se lixem!!!
As opiniões alheias são isso mesmo, opiniões de quem muitas vezes nada tem que ver com os assuntos, mas que por inveja, ou simplesmente porque sim, se vêm infiltrar com o objectivo de vir a saber um pouco mais ou ter um papel mais activo. Gente que a nós não faz falta, mas que mesmo assim tentam semear a discórdia.
O tempo que tem passado tem sido martirizante, muito difícil de suportar e a cada dia que passa, ainda mais difícil, mas estas dificuldades servem também para ainda te valorizar mais. Servem para que fique ainda mais forte, por mim, por ti, por nós.
Dizem-me que desista, que siga em frente, enfim que te deixe em segundo plano, mas não é assim que funciono, luto por quem amo até não ter forças, e se te disserem que desisti, aí sim poderás chorar, pois estarei a lutar por ti, não aqui, de forma terrena, mas lá em cima, entre as estrelas, a cuidar para que sejas feliz.
Às vezes temos que olhar para nós próprios para que outros também o possam fazer, e assim como disse Saramago, para que possas ver a ilha, terás que sair da ilha.
E é isso que sou, uma ilha que saiu de si própria, para que pudesse saber como era e o que poderia fazer para que tudo corresse bem, não apenas com a leitura de outros, mas também com a sua própria leitura e julgamento.
Hoje sei que tipo de ilha sou e que tipo de ilha quero ser. Sei quais as minhas limitações e até onde posso chegar.
Sou a ilha que te irá acolher, proteger e alimentar, e embora existam sempre limitações, o objectivo será sempre ultrapassá-las, aprendendo com elas, evitar que voltem a acontecer e estando sempre preparados para o que mais possa acontecer.
Para te dar abrigo enfrentarei cada tempestade, mesmo que enviada por todos os Deuses.
Fui a ilha deserta que vieste povoar, e que agora, e vendo-me do alto mar, me tornaste numa ilha confiante de si mesma e que por ti enfrenta o maior dos oceanos, o mais terrível dos monstros marinhos e que à luz da Lua e da estrelas te dedica a cada dia que passa a mais bela das baladas... És de menos...
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