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"Só que não"
É incrível que continuas a usar de subterfúgios para te mostrares.
Que mesmo com todas as oportunidades que te foram dadas, preferiste a imagem orgulhosa e fria, que aposto, ao mesmo tempo te destruía.
Foste tu quem assim o quis, quem pensava que punha e dispunha, e que tudo continuaria na mesma.
Sabes, por vezes as histórias ganham novas personagens, novos pontos de vista, novas formas de ser e de ver o que nos rodeia. Foi o que fiz.
Ao longo dos tempos tudo fiz, tudo mesmo, para que as coisas fossem diferentes, para que visses as coisas como antes, que valorizasses. Não deu, e assim como tu, também eu deixei de te acreditar, não por falta de sentimento, mas por falta de algo por que lutar e ser reconhecido, por deixar de ser um mero brinquedo nas mãos de uma criança egoísta. Sim, criança, pois é esta a realidade, nunca deixaste de o ser, uma criança em corpo de mulher, que pensava que os brinquedos amontoados não se desgastavam nem ganhavam pó.
Dei-te tudo de mim, mas assim como uma criança mimada e egoísta, pensaste que nunca ninguém te pudesse usar e valorizar o teu "brinquedo"... Enganaste-te.
Acabou o tempo em que pensas afectar o meu mundo, aliás, podes pensar que o fazes, mas na realidade... Não.
Acaba com a merda dos subterfúgios e deixa de criar perfis disto ou daquilo. Deixa de ser criança, e se queres dizer ou perguntar seja o que for, sabes bem como e onde me contactar, ou quem o possa fazer, deixa-te de subterfúgios, pois é ridículo, e na verdade não passam de cenas de criança mimada que pensa que o mundo lhe pertence... Só que não...
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