Número total de visualizações de páginas
Arquivo do blogue
Com tecnologia do Blogger.
Translate
Contribuidores
terça-feira, 9 de agosto de 2016
"Sabes como é..."
Sabes como é, quando aquela música não nos sai da cabeça, ficando ali o refrão sempre a repetir e repetir.
É como aquele filme em que horas após o ver, ainda fechamos os olhos e revemos cada frame.
É como aquela piada, em que várias são as vezes em que mesmo que sozinhos, nos rimos da mesma, uma e outra vez.
É como aquele nascer e pôr do sol, que dão origem àquelas fotos fantásticas, que toda a gente almeja tirar ou pelo menos utilizar em montagem.
Até mesmo o momento em que entras em jogo, para tu mesmo te tornares no herói da equipa, no herói da nação.
É como o momento em que atingimos o passo final do caminho acidentado, e embora cansados, nada vai importar, apenas o ter chegado ao fim.
É como enfrentar este e o outro mundo, fazer de herói, vilão ou a peça fulcral de toda a trama.
É assim que sou, um ser distinto, que a cada incidência nos colo na trama, a mim e a ti. Somos os heróis por quem toda a gente apoiará, a quem muitos invejarão, e outros farão por se intrometer. É sempre assim.
Todas as histórias têm os seus altos e baixos, os seus pontoa mortos, e não é isso que os faz ficarem menos interessantes, ou que percam a chama. Faz parte.
É como todas essas histórias, mas esta tem algo que nenhuma das outras tem, algo que a torna diferente de todas as outras, algo que a torna especial... nós dois.
Somos nós a essência e a alma desta história, as personagens maiores de uma história de amor ao nível de Romeu e Julieta.
Uma história que se espera sem o drama final da de William Shakespeare, mas com o que dela se esperava, a entrega de um ao outro sem restrições, sem obstáculos e sem pudores.
Não somos as personagens românticas que Shakespeare imortalizou, mas dois seres reais cuja trama se confunde com essas mesmas personagens.
As mãos tremem-me, o coração acelera, não consigo verbalizar. A visão torna-se selectiva, pois apenas a ti te vejo, mesmo que entre uma imensa multidão, é assim que é.
Estamos agora num desses momentos mortos, ou até mesmo de intervalo, mas esta história ainda tem muito por contar, e como se costuma dizer, a ópera só acaba quando a senhora gorda cantar...
É como aquele filme em que horas após o ver, ainda fechamos os olhos e revemos cada frame.
É como aquela piada, em que várias são as vezes em que mesmo que sozinhos, nos rimos da mesma, uma e outra vez.
É como aquele nascer e pôr do sol, que dão origem àquelas fotos fantásticas, que toda a gente almeja tirar ou pelo menos utilizar em montagem.
Até mesmo o momento em que entras em jogo, para tu mesmo te tornares no herói da equipa, no herói da nação.
É como o momento em que atingimos o passo final do caminho acidentado, e embora cansados, nada vai importar, apenas o ter chegado ao fim.
É como enfrentar este e o outro mundo, fazer de herói, vilão ou a peça fulcral de toda a trama.
É assim que sou, um ser distinto, que a cada incidência nos colo na trama, a mim e a ti. Somos os heróis por quem toda a gente apoiará, a quem muitos invejarão, e outros farão por se intrometer. É sempre assim.
Todas as histórias têm os seus altos e baixos, os seus pontoa mortos, e não é isso que os faz ficarem menos interessantes, ou que percam a chama. Faz parte.
É como todas essas histórias, mas esta tem algo que nenhuma das outras tem, algo que a torna diferente de todas as outras, algo que a torna especial... nós dois.
Somos nós a essência e a alma desta história, as personagens maiores de uma história de amor ao nível de Romeu e Julieta.
Uma história que se espera sem o drama final da de William Shakespeare, mas com o que dela se esperava, a entrega de um ao outro sem restrições, sem obstáculos e sem pudores.
Não somos as personagens românticas que Shakespeare imortalizou, mas dois seres reais cuja trama se confunde com essas mesmas personagens.
As mãos tremem-me, o coração acelera, não consigo verbalizar. A visão torna-se selectiva, pois apenas a ti te vejo, mesmo que entre uma imensa multidão, é assim que é.
Estamos agora num desses momentos mortos, ou até mesmo de intervalo, mas esta história ainda tem muito por contar, e como se costuma dizer, a ópera só acaba quando a senhora gorda cantar...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário